Eliane Brum, a repórter do cotidiano

“A minha forma de me expressar é pela palavra escrita, especialmente pela reportagem. Sou repórter porque quero saber como as pessoas sentem as suas vidas. Em minha opinião, se existe algo importante para ser apurado é aquilo que dá sentido à vida das pessoas.”

Essas frases explicam muito sobre a história da gaúcha Eliane Brum. Ela teve uma infância sofrida, cresceu ouvindo histórias e a leitura foi sua fuga para outros mundos. “Acho que estou viva porque me tornei capaz de ler”, disse a certa altura durante nossa conversa.

Eliane Brum. Foto de Martin Carone dos Santos. Crédito obrigatório.

No entanto, a aparência frágil esconde uma mulher obstinada, forte, inquieta. Essa inquietude a fez largar uma posição de destaque na Redação da revista Época para se tornar repórter independente. Para Eliane, as histórias das pessoas anônimas são a inspiração para grandes reportagens. E ela descobriu isso desde os primeiros passos, no jornal Zero Hora. Hoje, premiada e reconhecida, Eliane não pára de se surpreender com suas pautas, que geralmente são apenas o ponto de partida para a descoberta do novo. Ela diz que é na rua e é do espanto que nasce o jornalismo: “Temos que ir às ruas, não podemos perder a capacidade de nos espantar e receber o novo. O novo é extraordinário e, provavelmente, ainda não foi contado”.

Com a palavra, Eliane Brum.

CLIQUE AQUI para ler esta entrevista, publicada no Jornal da ABI 376, de março de 2012.

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